sábado, 5 de dezembro de 2009

Quero dividir minha felicidade com vocês!!!


A Katerina Graham me mandou um oi pelo twitter!!!! olhem aí em baixo!!!! Hehehehe!!!
Para quem não sabe ela é uma ariz internacional famosa, e mais conhecida por interpretar a Bonnie Bennett, melhor amiga da Elena (protagonista) na série The Vampire Diaries!!! Caramba!!! Nem acredito, estou muito feliz!!!
Hehehehehehe =P
Quem quiser saber mais dela clica aqui



Quem se interessou pela série e quer ver, toda quinta passa as 21:00 na Warner




Ps: A hora do meu computador está errada, eram as 19:27 e desculpem, a foto do meu twitter tá muito pequena, mas acho que deu para ver... Quem não estiver acreditando, (igual eu!!! uhu!!) passa lá no meu twitter ou no dela e olha!!!

Postado por: Lorena Ricieri

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Óculos Wayfarer

O Ray-Ban Wayfarer é uma concepção de óculos fabricados por Ray-Ban desde 1952. Wayfarers desfrutaram precoce popularidade na década de 1950 e 1960, especialmente depois de terem sido usados por Audrey Hepburn, em 1961 no filme Breakfast at Tiffany's. (Bonequinha de Luxo)

Wayfarers são por vezes citados como o melhor modelo de venda de óculos de sol na história (embora Ray-Ban Aviators também foram creditados com esta realização) e tem sido chamado um clássico do design moderno e um dos mais duradouros ícones da moda do século 20.Ultimamente esse modelo tem voltado a moda, e está sendo ultilizado por vários famosos, como você pode ver abaixo.


O original da Ray-Ban tem o preço salgado, em torno de R$ 600,00… Além do modelo pretinho clássico, a marca disponibiliza várias cores estilosas, como as usadas acima. Alguns chegam a ser bicolor. Dá uma olhada no projeto Colorize. E tem o modelo new wayfarer também, que tem o design um pouquinho diferente.
Mas tem wayfarers baratos também, por exemplo a Chilli Beans vende com um preço bom, tem até Wayfarer de R$ 60,00 ou até se você pesquisar bem, você pode achar um barato comprando pela internet.


quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Opus Dei: o exército do papa


Ela é acusada de ultraconservadora, totalitária e conspiradora.

por Texto Mariana Sgarioni e João Pedro Moraleida


Imagine sua mente sendo monitorada 24 horas por dia. Você está num lugar onde não é permitido ver televisão ou ir ao cinema. Até o jornal chega editado às suas mãos. Ninguém pode ter amigos do lado de fora e o contato com a família é restrito.

Pelo menos duas horas por dia, você tem de amarrar um cilício na coxa – espécie de instrumento de tortura com pontas metálicas que machucam a pele. Quanto maior for o seu desconforto, melhor: isso significa que a instituição está exercendo mais controle sobre você. Se doer demais, tudo bem, você poderá trocar de coxa na próxima vez. O importante é que a experiência não passe em branco. Tem de machucar, deixar marcas. Caso contrário, não “faz efeito”.
Tudo isso se passa no filme "O Código da Vinci"

Castidade

Se tudo isso já parece um pesadelo, saiba que ainda não acabou. Uma vez por semana, você terá também de golpear suas nádegas ou suas costas com um chicote. E ainda passará pelo que é chamado de “sinceridade selvagem”: contar aos seus superiores cada pensamento que passa pela sua cabeça, principalmente aqueles segredos mais íntimos, sobre os quais não se comenta nem no banheiro, de porta fechada e luz apagada. Se você não revelar tudo, mas tudinho mesmo, estará mantendo um “segredo com Satanás”.

As situações descritas acima não ocorrem nos porões de uma ditadura ou no ritual de alguma seita satânica, muito pelo contrário. Elas são rotina nas residências do Opus Dei, onde vivem os chamados numerários – membros da organização religiosa que fazem voto de castidade e estão ali por opção, para “santificar” o mundo. A maioria tem profissão e trabalha normalmente, como outra pessoa qualquer. Mas seus salários vão direto para o Opus. Muitos foram recrutados ainda bem jovens.

“O aliciamento acontece na infância ou na juventude, pois é mais fácil doutrinar uma personalidade ainda em formação. Eles começam levando crianças para brincar numa espécie de clube e vão seduzindo aos poucos”, diz um ex-numerário, que só aceitou falar com nossa reportagem mediante o compromisso de não ser identificado. “Eu mesmo convidava colegas de escola para fazer parte do clube. Obedecia ao que o diretor mandava: ‘Não conte que é do Opus. Leve primeiro para conhecer o centro, faça com que a pessoa se envolva’.”

O Opus Dei não é feito só de numerários: há também os supernumerários. Esses podem se casar, ter filhos e viver em suas próprias casas, embora também recorram à penitência física – ou mortificação corporal – como uma forma de controlar instintos pecadores. Uma das funções secretas desses membros, de acordo com os críticos da organização, seria ocupar posições de liderança na sociedade – seja num cargo político, na direção de uma grande empresa, na presidência de um banco, na reitoria de uma universidade ou na chefia de um veículo de comunicação. Do alto desses postos de comando, a capacidade de expansão e o poder de influência do Opus Dei estariam assegurados.

Trabalho

Pode acreditar: numerários e supernumerários estão por toda parte, talvez bem mais perto do que você imagina. Afinal, é justamente essa a proposta do Opus – ser uma legião de homens e mulheres comuns, que se misturam ao mundo real para transformá-lo de dentro para fora. Do motorista de táxi ao ministro de Estado, da dona-de-casa à diretora de uma multinacional, todos devem ser engrenagens e trabalhar silenciosamente pelos objetivos da organização. Como dizia Josemaría Escrivá, fundador do grupo: “Seja santo. Santifique-se em seu trabalho. E santifique os outros com seu trabalho”.

Quem defende a instituição religiosa das acusações de ultraconservadora, totalitária e conspiradora garante que não há nada de errado com suas tradições, muito menos de secreto ou misterioso nas ações de seus integrantes. “Para quem conhece e vivencia o Opus Dei, acima da pirotecnia fica a verdade: ele é uma entidade da Igreja Católica (...) cuja única finalidade é procurar o ideal da vida e de serviço cristão no meio do mundo, mediante a santificação do trabalho profissional, da família e dos deveres cotidianos”, afirma o jurista Ives Gandra Martins, num artigo publicado pelo jornal Folha de S.Paulo em 2005. “O Opus Dei tem como membros e trabalha com pessoas de todas as classes sociais. Ama e defende a liberdade de seus fiéis em todas as questões que a Igreja deixa à livre discussão dos católicos.”

Autonomia

O Opus Dei – expressão em latim que significa “Obra de Deus” – foi fundado pelo sacerdote espanhol Josemaría Escrivá em 1928. Trata-se de uma prelazia pessoal, figura jurídica da Igreja Católica que está prevista no Código de Direito Canônico (a constituição da Igreja). Ela dá aos seus membros o direito de seguir ordens do prelado (o líder máximo do Opus, que fica em Roma), em vez de obedecer à autoridade católica regional. Simplificando grosseiramente, é como se o grupo fosse um braço independente da Igreja, que não deve explicações a mais ninguém além do papa.

“A ascensão do Opus Dei à categoria de prelazia pessoal era o grande sonho de seu fundador”, escreve o jornalista espanhol Juan Bedoya em artigo recente no jornal El País. “Homem de grandes ambições, Escrivá queria livrar-se das dependências em relação aos bispos porque sua fundação, então com 70 mil integrantes – a imensa maioria leigos, homens e mulheres, celibatários ou casados –, tinha pouco a ver com os institutos e as congregações tradicionais.”

Os 70 mil seguidores de 25 anos atrás hoje são aproximadamente 87 mil. Na avaliação de Bedoya, esses números demonstram com sobras a situação especial desfrutada pelo Opus Dei dentro da sempre rígida Igreja Romana. “No último meio século, ninguém se destacou tanto quanto a Obra de Escrivá”, afirma o jornalista. “Não se pode dizer a mesma coisa de outras congregações clássicas, como os jesuítas, que hoje são apenas 19 mil no mundo todo.” Ainda assim, e apesar de estar presente em 64 países, o Opus continua sendo fundamentalmente espanhol. Na Espanha estão concentrados mais de 40% de seus membros. Outros 35% estão na América Latina. A organização também tem seus pés muito bem fincados na África e na Ásia. “Agora o objetivo é a conquista dos ex-países comunistas do Leste Europeu.”

Nesses 25 anos de história, o Opus Dei colecionou críticos. Alguns de seus detratores mais radicais chegam a chamá-lo de “máfia santa”. Outros o acusam de ser “uma Igreja dentro da Igreja”, com poderes excepcionais e muito dinheiro sendo colocado a serviço de um conservadorismo atroz. Em parte, essa fama se deve às estreitas relações que a organização cultivou com o regime fascista do ditador espanhol Francisco Franco, de 1939 a 1975. Josemaría Escrivá, o próprio, ouvia as confissões do “generalíssimo”, como Franco era conhecido, e muitos integrantes ou colaboradores do Opus Dei foram nomeados ministros de Estado enquanto durou a ditadura.

A organização chegou ao Brasil na década de 1950. Instalou-se inicialmente em Marília, no interior de São Paulo, e de lá acabou migrando para a capital, onde hoje mantém centros nos bairros do Pacaembu, de Vila Mariana, de Pinheiros e do Itaim, entre outros. Está presente também nas cidades de Campinas (SP), São José dos Campos (SP), Rio de Janeiro (RJ), Niterói (RJ), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Londrina (PR) e Porto Alegre (RS). Entre numerários, supernumerários e sacerdotes, estima-se que o Opus tenha cerca de 1 700 integrantes por aqui.

Preeminência

A influência que a “Obra de Deus” exerce sobre o Vaticano pode ser medida pelo processo incrivelmente rápido de canonização de Escrivá – o 2º mais breve na história da Igreja Romana, atrás apenas do de madre Teresa de Calcutá (leia mais nas págs. 36 e 37). De acordo com Juan Bedoya, o papa João Paulo 2º chegou ao cargo protegido e impulsionado sobretudo pelo Opus Dei. E o atual sumo pontífice também dá sinais de profunda simpatia pela “Obra”. “A organização não gozou de trato especial com os papas Pio 12, João 23 e Paulo 6º, mas foi o movimento predileto do polonês João Paulo 2º, mais conservador que os anteriores”, diz o jornalista espanhol. “Com o papa Bento 16, a organização mantém a preeminência do passado.”

Mais informações AQUI

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Nos porões da ditadura



JOÃO ABRE A PORTA:

-VOCÊ?

-EU MESMO, EDUARDO.

-E O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO AQUI?

-EU ESTAVA VINDO TE PROCURAR E OUVI ALGUNS GRITOS SUBI A ESCADA E ME ESCONDI, ACABEI OUVINDO...

-COMO ESTÁ MINHA MÃE?

-ESPERE EU ACABAR DE FALAR, ELES PARA OS PORÕES DA DITADURA QUE FICA NO LADO LESTE DAQUI.

-MEU DEUS! VAMOS PARA LÁ!

-ACALME-SE, EU NÃO VOU ATÉ LÁ COM VOCÊ, NÃO POSSO ME METER NESSE TIPO DE COISA, JÁ PENSOU SE TEM ALGUM TIPO DE ‘’DEDO DURO’’ME VIGIANDO! AÍ RAPAZ...

-OBRIGADO PELA AJUDA, TCHAU!

-EI! ESPERE AÍ NÃO ACABEI DE FALAR!

JOÃO DESCE AS ESCADAS E RÁPIDO ENTRA NO CARRO.

-------------------------------------***-------------------------------------

HELOÍSA ACORDA E FALA PARA LÚCIA QUE DESEJAVA VER SEU PAI:

-HELÔ, O MOTORISTA SAIU PORQUE...

-SAIU? QUE TIPO DE MOTORISTA É ESSE? QUE SAI SEM AVISAR E...

-ELE ME PERGUNTOU SE PODIA SAIR, IMAGINEI QUE VOCÊ NÃO IRIA QUERER... VER NOSSO PAI!

-ELE DISSE O QUE ACONTECEU?

-DISSE SIM, OS PAIS DELE ESTAVAM EXILADOS ATÉ QUE...

-EXILADOS? ERAM COMUNISTAS? VOCÊ SABE QUE EU NÃO GOSTO DESSE TIPO DE PESSOA! ELES ESTÃO TOTALMENTE ERRADOS SABE, EU...

-HELOÍSA! AGORA EU NÃO VOU DISCUTIR POLÍTICA TÁ BEM!

-CLARO VOCÊ NÃO ACEITA NADA! PARECE QUE ESTÁ APAIXONADA! ONDE ESTÁ O CARRO?

LÚCIA MORRENDO DE MEDO DE RESPONDER A PERGUNTA FALA QUE:

-O CARRO?

-SIM O CARRO!

-ELE ESTÁ... CONSERTANDO!

-COMO ASSIM? ELE NÃO APRESENTOU NENHUM PROBLEMA HOJE DE MANHÃ!

-OLHA HELÔ EU NÃO ENTENDO DE CARRO! NÃO ME FAÇA ESTE TIPO DE PERGUNTA!

LÚCIA SE RETIRA E VAI PARA O SEU QUARTO.

-ACHO QUE ELA ESTÁ ESCONDENDO ALGUMA COISA DE MIM... MAS VOU DESCOBRIR, AH SE VOU! DISSE HELOÍSA.

LÚCIA DEITA EM SUA CAMA E COMEÇA A CHORAR. ELA ESCUTA ALGUÉM BATENDO NA PORTA PERGUNTA QUEM É:

-SIM!

-É A MARIA

A MARIA ERA A MAIS ANTIGA COZINHEIRA DA CASA E TAMBÉM ERA QUE LÚCIA MAIS CONFIAVA.

-PODE ENTRAR. DISSE LÚCIA.

-ESCUTEI ALGUNS BARULHOS DE CHOROS, FOI VOCÊ?

-NÃO!

-VAMOS ME DIGA!

-ESTÁ BEM FOI EU!

-E POR QUE ESTAVA CHORANDO?

-MARIA, DESDE QUE A MAMÃE MORREU VOCÊ É A ÚNICA QUE CONTO TUDO...

-EU SEI DISSO MINHA FLOR, PODE ME CONTAR TUDO!

-MARIA DESDE QUANDO VI O JOÃO, O MOTORISTA DE NOSSA CASA, QUE SINTO UM APERTO NO CORAÇÃO SABE.

MARIA DÁ UMA PEQUENA RISADA:

-ACHO QUE VOCÊ ESTÁ AMANDO!

-AMANDO EU? NADA! APESAR DE QUE A HELÔ TAMBÉM ACHOU ISSO.

-JÁ ESTÁ NA HORA, VOCÊ TEM 17 ANOS, TEM QUE COMEÇAR A ENTENDER ISSO.

-É MARIA, ACHO QUE VOCÊ ESTÁ CERTA...

HELOÍSA COMEÇA A GRITAR:

-AHHHH!

LÚCIA CORRE:

-O QUE ACONTECEU?

AINDA EM ESTADO DE CHOQUE ELA RESPONDE:

-PA-PA-PA-I MORREU!

-O QUE?

-NÃO QUERO FALAR!

-ACALME-SE HELÔ E LÚCIA! TEM CERTEZA DISSO HELOÍSA?

ELA AINDA CHORANDO RESPONDE:

-SIM! ACHA QUE EU IRIA BRINCAR COM ISSO?

-QUEM TE DISSE?

BATEM A PORTA:

-OI...

-QUEM SÃO VOCÊS? E...

-NINGUÉM TE PERGUNTOU NADA! SOMO DO DOPS!

-É A POLÍCIA DA DITADURA! DISSE LÚCIA

CONTINUA...


João Pedro Moraleida


PS: ESTÁ EM MAIÚSCULO PORQUE ESCREVI ATÉ O CAPÍTULO VI COM ESSA FONTE

domingo, 15 de novembro de 2009

Holocausto?

Nós vimos um filme na aula de inglês chamado FREEDOM WRITERS e ele é muito legal.Além disso, retrata a vida real e como estão os dias de hoje. O filme mostra um tipo de HOLOCAUSTO,porém não como o da 2ª guerra mundial e sim um atual.

escritores-da-liberdade


Se não sabem o que é HOLOCAUSTO, ai vai uma ajudinha pra vocês:

A palavra Holocausto tem origens remotas em sacrifícios e rituais religiosos da Antiguidade, em que plantas e animais (até mesmo seres humanos), eram oferecidos às divindades, sendo completamente queimados durante o ritual. Nesse caso, holocausto quer dizer cremação dos corpos (não necessariamente animais). A partir do século XIX, a palavra holocausto passou a designar grandes catástrofes e massacres até que após a Segunda Guerra Mundial o termo Holocausto (com inicial maiúscula) foi utilizado especificamente para se referir ao extermínio de milhões de pessoas que faziam parte de grupos politicamente indesejados pelo então regime nazista fundado por Adolf Hitler. Havia judeus, militantes comunistas,homossexuais, ciganos, eslavos, deficientes motores, deficientes mentais, prisioneiros de guerra soviéticos, membros da elite intelectual polaca, russa e de outros países do Leste Europeu, além de activistas políticos, Testemunhas de Jeová, alguns sacerdotes católicos, alguns membros mórmons e sindicalistas, pacientes psiquiátricos e criminosos de delito comum. Atualmente, o Holocausto foi novamente utilizado para descrever as grandes tragédias, sejam elas antes ou depois da Segunda Guerra Mundial. Muitas vezes a palavra holocausto tem sido usada para qualquer extermínio de vidas humanas executado de forma deliberada e maciça, como na que resultaria de uma guerra nuclear, falando-se por vezes deholocausto nuclear.


Quer saber mais??? Entre na Enciclopédia do Holocausto

Lá você vai encontrar outros subtítulos como:

A vida nos Guetos
Os Refugiados
Os Refugiados Hoje
Os Sobreviventes
Deportações e extermínio em massa


Postagem por: Lorena e Isabela
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